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12.9.19

La Roche-en-Ardenne (Luxemburgo) - Bélgica

Foto: Wipolo.com

La Roche-en-Ardenne é um pequeno município da região da Valonia (Wallonia), província de Luxemburgo, na Bélgica. A pequena cidade possui pouco mais de 4.000 habitantes e tem como principal ponto turístico um as ruínas de um castelo feudal, o Chateau Feodal de La Roche-en-Ardenne.

Foto: TripAdvisor

Cercada por florestas, vales e campos agrícolas, La Roche, como é conhecida, é um local perfeito tanto para quem busca descansar quanto para quem busca aventura. Caminhar por trilhas, canoagem e mountain bike são algumas das atividades mais procuradas na região.

Foto: Guy Peeters

A pequena cidade recebe muitos turistas e possui alguns eventos que ocorrem ao longo do ano. Nos meses de julho e agosto é possível assistir ao show de som e luzes ao pé do castelo. O show acontece todos os dias às 10 da noite e conta a história de Berthe, cujo pai era o lorde no século X. Esperando encontrar para ela um bom marido, o pai organizou um torneio em que o homem que ela amava foi morto. Inconsolável por ter que se casar com o vencedor, Berthe foi encontrada morta na manhã seguinte ao casamento e acredita-se que seu espírito vaga pelo castelo até hoje.


Foto: la-roche-en-ardenne.be

Em Agosto há o Final de Semana Medieval no castelo, evento em que artesãos, cavaleiros, trovadores e damas irão levar os turistas de volta no tempo. Já em Setembro, há o Festival da Sopa. Basta comprar uma tigela para, durante 2 dias, poder provar qualquer uma das sopas oferecidas.

Foto: Pinterest

Para os amantes da gastronomia, há muitas opções para provar. Além do Festival da Sopa, são famosos os biscoitos de Monsieur Danloy, a cerveja (The Féodale Blond) e o conhaque (The Purnalet) locais. Também famoso é o presunto da região de Ardenne, possuindo inclusive indicação geográfica protegida.

Foto: trover.com

Como chegar?

  • Para quem vai de carro, saindo de Bruxelas, pegar a N4 (entre 1:30 e 2:00 horas de viagem).
  • Para quem sai de Liège, pegar a E25 (52 minutos).
Estações de trens mais próximas:
  • Melreux train station (19km)
  • Marloie train station (25km)
Aeroportos mais próximos:
  • Liège Airport (80 km)
  • Brussels Airport (129 km)
  • Brussels South Charleroi Airport (102 km)



10.3.13

Hameau de la Reine, Marie Antoinette’s Village ou Vila de Maria Antonieta (Versalhes) - França

Foto: Daderot
Maison de la Reine

Estava eu futilizando pela internet quando me deparei com uma vila de filme e, ao ver o nome, me lembrei da Vila de Maria Antonieta no filme de mesmo nome. Fiquei encantada com o lugar e resolvi dividir com todos aqui no blog.

Casa do Moinho

Nascida na Áustria com o nome Maria Antônia, aos 14 anos casou-se com o então delfim da França, Luís XVI, quando passou a se chamar Maria Antonieta (Marie Antoinette em francês). Em 1775 ganhou de seu marido o palácio Petit Trianon - nos arredores do Palácio de Versalhes, onde passou a morar no fim de 1778.

Foto: Bora Gurel
Casa do Moinho

Entre 1782 e 1783, cansada das confusões e das intrigas da corte, tanto no Palácio de Versalhes como no Petit Trianon, pediu ao arquiteto Richard Mique e ao pintor da corte Hubert Robert que criassem uma vila que lembrasse sua infância na Áustria. A vila foi construída nos jardins do Palácio de Versalhes, perto do Petit Trianon, e ficou conhecida como Hameau de la Reine.

Foto: Starus
Pombal

A ideia foi inspirada pelo Hameau de Chantilly, uma vila criada nos arredores do Castelo de Chantilly alguns anos antes (1775). Um de seus maiores objetivos foi dar um ar rural aos arredores do Petit Trianon, e fingir que este se encontrava no campo, e não nos jardins do Palácio de Versalhes.


Maison de la Reine

A vila foi construída para que a rainha pudesse levar uma vida tranquila e longe da realidade. Ali foram erguidas 12 cabanas, 5 reservadas para a rainha e as outras 7 para as atividades da fazenda. A maior cabana - Maison de la Reine - era a casa da rainha, e possuía uma ligação para sua sala de jogos.

Foto: Moonik
Maison de la Reine

A casa da rainha e o salão de jogos ficam localizados no centro da aldeia. Dali a rainha podia facilmente controlar o trabalho de todos dentro da vila.



A vila era totalmente fechada por cercas e muros, apenas pessoas íntimas da rainha eram autorizadas a entrar. Ali ela levava uma vida de camponesa, ordenhando vacas e ovelhas que eram cuidadosamente mantidas e limpas por seus servos.

Foto: Boraam Lee
Maison de la Reine

 Além das casas foram construídos lagos, hortas e pomares. A vida ali não era nada ruim, já que oferecia à rainha muitas coisas boas que uma fazenda pode oferecer, porém sem as sujeiras e incertezas da vida no campo àquela época.


Apesar de sua aparência idílica, a aldeia era uma fazenda real, totalmente gerenciada por um agricultor nomeado pela rainha. Possuía vinhas, campos, pomares e hortas que produzem frutas e hortaliças consumidas na mesa real.

Foto: t_rex8

A fazenda produzia leite e ovos para a rainha, possuía ainda um laticínio, um pombal, uma pequena vinícola, celeiro, moinho, e até uma torre em formato de farol. Cada edifício era decorado com uma horta, um jardim ou então flores. 

Foto: Starus
Réchauffoir

A sala de aquecimento ficava nos fundos da casa da rainha. Ali ficavam uma cozinha, uma padaria, uma lareira e a despensa. As comidas que a rainha servia eram preparadas nessa casa.


Na fábrica de laticínios (ao lado do "farol") eram produzidos queijos e cremes. Era ali também que o leite era desnatado e a manteiga feita. Já o "farol" servia como depósito.

Foto: Arnaud 25
Torre em formato de farol e fábrica de laticínios

Foto: Starus
Sala onde a rainha provava os laticínios produzidos na fazenda - toda coberta de mármore.

Apesar de levar uma vida simples, ordenhando vacas e usando roupas de camponesas, no que diz respeito ao interior das construções, não havia nada de simples. O interior das casas, assim como os utensílios do dia a dia utilizados por ela eram super confortáveis e cheios de luxo, como ela e suas amas eram acostumadas.

Foto: ?
Balde utilizado por Maria Antonieta para ordenhar vacas.


A rainha possuía um edifício só para se trocar, o Boudoir.
Foto: Starus
Boudoir

Foto: Starus
Casa do caseiro

Foto: Starus


Abandonado na época da Revolução Francesa, o local ficou esquecido até a década de 1990, quando foi renovado e aberto ao público. Não é possível visitar o interior das casas, mas o passeio ao redor delas já vale a visita.

Para quem estiver cansado ou apenas com pouco tempo, há um trem que roda dentro da propriedade, facilitando a vida de quem quer visitar não só o Palácio de Versalhes, mas também o Petit Trianon e a Hameau de la Reine.


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Fonte:

16.2.13

Frigiliana (Málaga) - Espanha

Foto: Alexa

Boa tarde pessoal,
enfim de volta ao blog.
Estudo pra concurso, então não tem sobrado muito tempo pro blog, mas vou tentar postar mais vezes :)


Depois de um longo e quente verão volto a escrever sobre uma cidade pequenininha, tema inicial do blog e que tento manter na medida do possível.


Com menos de 3 mil habitantes, nossa vila de hoje é Frigiliana, um pequeno município de apenas 41 quilômetros quadrados, localizado no sul da Espanha.
Conhecida como "White Villages", lembra um pouco algumas ilhas gregas, com casas caiadas espalhadas em direção ao topo do morro.

Foto: rewardly

É lá no topo desses morros que se localiza o chamado "El Fuerte", lugar onde houve uma sangrenta batalha entre mouros e espanhóis, em 1569. Segundo historiadores, El Fuerte possui até hoje armas enferrujadas e ossos mortais dos mouros misturados entre o matagal. O que se sabe é que os mouros se recusaram a serem mortos pelos espanhóis e se jogaram lá de cima.


Eleita "a mais bonita aldeia na Andaluzia" por autoridades de turismo da Espanha, Frigiliana começa o ano com status de importante destino turístico, tendo sido escolhida, ao lado de importantes cidades espanholas, como cenário para a campanha da  câmera fotográfica power shot N, da marca japonesa Canon.

Fotos da campanha, clique AQUI.
Vídeo da campanha, clique AQUI.


Foto: Azureisle

 
Foto: Tim Caynes                                                     Foto: César Rubio      

O antigo centro histórico de Frigiliana, com características mouras, é um emaranhado de ruas e becos estreitos e sinuosos. A maioria das ruas é íngreme, portanto, o melhor jeito de conhecer a cidade é andando com calçados confortáveis. Haja fôlego!

Foto: Simon

Passeando pela cidade você irá se cansar com certeza, mas o esforço vale à pena, pegue sua máquina fotográfica e voilá. A monotonia das casas brancas e das ruas de pedras cinzas é quebrada por flores e plantas, muitas flores e plantas! Na maioria das ruas vasos de plantas e flores de tons vibrantes são presenças constantes.

 
Foto: Scotwriter                                        Foto: Robert Hagen

Não tenha medo de "desbravar" a cidade, muitas ruas pequenas e estreitas, ou até mesmo becos escuros, muitas vezes levam a bares e restaurantes.


No fim de agosto acontece o Festival das 3 culturas (devido à influência das culturas árabe, judia e cristã ao longo de sua história), que conta com apresentações musicais, palestras, eventos gastronômicos, além de atividades nas ruas, como danças, teatro, passeatas e jogos.

Fotos: Steve Wake


Como não podem faltar em nenhuma cidade turística, as lojinhas se espalham por todos os lados, oferecendo diferentes tipos de artesanatos. Aproveite os momentos de descanso para visitá-las e conhecer o artesanato local. As cerâmicas produzidas na vila são muito bem recomendadas.




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Fonte: