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8.12.09

Itacaré - BA





Localizado a 65 quilômetros de Ilhéus, Itacaré é o principal destinho da Costa do Cacau baiana. Imortalizado por Jorge Amado no livro Gabriela, Cravo e Canela, o local teve grande importância na época cacaueira, mas, com o assoreamento de seu porto, na década de 40, se viu isolada, já que as estradas que ligavam a cidade às  demais se encontravam em péssimas condições.




Foto: não sei o autor, mas não tinha como não colocar, aqui o link de onde tirei.


"Redescoberta" pelos surfistas na década de 70, a cidade passou muitos anos como destino dos amantes do surfe e da natureza.

Já na década de 90, outros tipos de turistas foram se interessando pelo local, e, para evitar a massificação, foram criadas regras para seu desenvolvimento, e, em 1993 foi criada a Área de Proteção Ambiental (APA).


Foto: ?


Em 1998, depois da inauguração da estrada que liga Itacaré à Ilhéus - principal porto de entrada para o município, Itacaré ganhou fama nacional e internacional, e a partir de então o turismo se tornou a principal fonte de renda local.







 A combinação entre serra, Mata Atlântica e mar, faz do local um cenário único, e além de todas essas belezas, oferece também cachoeiras. A maioria das praias ainda  têm seu acesso feito através de trilhas ou barcos.

Além do surfe, Itacaré oferece também opções para quem gosta de caminhadas, rafting, rapel, vôo livre, tirolesa e arvorismo. E para quem não gosta de praticar esportes, as barraquinhas na beira da praia, e o visual em si, já valem a viagem.


Foto: Ishmael B

Dica: Prepare os bolsos!!! risos

Tem Banco do Brasil.

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Fonte: 1.000 lugares para conhecer antes de morrer, Patricia Schultz (p. 411).

22.8.09

Caraíva - BA

Foto: Pousada Lagoa Caraíva



Com aproximadamente 1.500 habitantes, Caraíva é um pequeno vilarejo escondido no litoral da Bahia. Por estar localizado em um local onde o rio e o mar se encontram, o lugar é como se fosse uma ilha, já que não é possível a entrada de carros. Para chegar ao vilarejo, é preciso estacionar o carro e atravessar o rio em canoas conduzidas por habitantes locais.

Com ares de paraíso pouco modificado, Caraíva não possui calçamento e até pouco tempo atrás também não possuía energia elétrica. As ruas são de areia, e a energia necessária era obtida através de geradores, que eram desligados às 10 da noite. Hoje o local já possui rede de energia elétrica, intalada subterraneamente.


Foto: WestLondonDITC


Com quilômetros de praias intocadas, é possível fazer longas caminhadas sem ter que se desviar dos banhistas, ou ser incomodado por vendedores ambulantes. É preciso, porém, levar consigo água e lanche, já que não há muitos quiosques pela orla.

Distante 6 quilômetros do povoado, há uma aldeia de índios pataxós (Aldeia de Barra Velha), e, para visitá-la é só pedir autorização ao cacique.

Foto: Kittysis



Se for à aldeia, leve dinheiro, já que há muitos produtos artesanais por lá. E os índios vão oferecê-los O TEMPO TODO que você estiver lá.

Mas se não quiser percorrer todo esse caminho, há sempre alguns índios caminhando pelas principais praias e oferecendo seus produtos.

Foto: Guiz1

Passear por Caraíva é esquecer que o resto do mundo existe, exceto pelos preços, que são muito salgados devido aos custos de transporte. Não dá pra esquecer também do carro do outro lado do rio, já que o estacionamento é pago.